terça-feira, 20 de dezembro de 2016

ENSINO DA MATEMÁTICA

         O texto: “Técnicas e tecnologias no trabalho com as operações aritméticas no Anos Iniciais do Ensino Fundamental”, escrito por: Bittar, Freitas e Pais, fazem uma análise de três eixos: livros didáticos, propostas do poder público (documentos legais) e as práticas pedagógicas.
         Neste texto os autores apresentam fundamentos para análise das técnicas dos cálculos de adição, subtração, multiplicação e divisão.

- PROBLEMA DIDÁTICO DA SISTEMATIZAÇÃO
         A sistematização é considerada uma das maneiras para a construção do saber. Existe duas vertentes que enfatizam os fatores da sistematização, uma oposta a outra, na primeira os livros didáticos que apresentam somente exercícios, deixando para o professor realizar essa formalização, ocorre o risco do professor seguir friamente o livro didático e a outra linha é que se detém a todos os fatos da sistematização e apresenta uma matemática desvinculada da realidade. A função do professor é encontrar o equilíbrio entre as duas vertentes.
         “... Ao trabalhar com a sistematização, o aluno é levado a desenvolver elementos de uma linguagem objetiva cujas as possibilidades de aplicação ultrapassam, amplamente, o território das instituições escolares, ou seja, não basta pensar a sistematização como algo isolado ou reduzido no contexto escolar.” (Bittar, p.17,2013)
          Essa sistematização é tarefa do professor, o seu planejamento deve contemplar essas questões todas apontadas.

- OPÇÕES METODOLÓGICAS
         Os autores apresentam que existem três vertentes: aspectos técnicos, aspectos tecnológicos e a terceira chamada genericamente de “construtivista”.
         Nos aspectos técnicos, os livros e até professores, ensinam a matemática já como uma técnica, com o passo a passo para resolver os problemas.
         Na tendência tecnológica é evidente a preocupação com as propriedades, os teoremas, demonstrações. (neste link é possível ler sobre possíveis demonstrações matemática: http://www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti/Mat_Disc_Parte04.pdf).
         Já na proposta dita construtivista, leva o aluno a pensar, aderida principalmente pelos professores dos anos iniciais, os professores dos anos finais geralmente apresentam dificuldades em fazer essas reflexões, neste vertente também existe extremos.
         No momento da escolha da vertente, passa pela formação do professor, apresentamos dificuldade de mudar de uma para outra.
         O que deveria ser levado em conta, nesta escolha, seria o contexto da escola, de que maneiras os alunos aprendem. Pois dentro de cada tendência acima apresentada tem uma escala de qualidade.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Forma 10

A proposta a seguir pode ser utilizada nos 1°, 2° e 3° ano do Ensino Fundamental, o foco será os alunos do 2° ano.
Irei apresentar uma adaptação da do objeto de aprendizagem FORMA 10.
Material:
         - Jogo de baralho (cartas de 2 até 9, podendo usar o A como 1);
         - Folha de registro;
Rodada
Cartas
TOTAL

10

10

10

10

10

10

10

10

10
10ª

10

Formação:
         Grupos de até 4 alunos, distribuir as 7 cartas para cada aluno, deixar o restante no meio da mesa, para os jogadores comprarem.
Modo de jogar:


         Ao receber as cartas os alunos devem tentar maior número possível de somas, utilizando diferentes cartas, para formar 10. Depois cada jogador pode pegar uma carta do monte, assim sucessivamente, até algum jogador concluir 10 diferentes somas ou ficar sem nenhuma carta.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Classificação e Ciências

Essa atividade eu apliquei ela no ano passado no Laboratório de Aprendizagem, são alunos de 2° e 3° ano, a maioria com dificuldades de aprendizagem. Preparei um pacote com diversos brinquedos de aniversário. Solicitei aos alunos que arrumassem aqueles brinquedos.
A maioria fez a classificação por tipo e um tentou classificar por cor, mas como tinha diversas cores, e também percebeu os colegas fazendo de outra maneira resolveu mudar.
Ao perguntar o porquê escolheram classificar assim, eles responderam que era para deixar tudo separado, os iguais tinham que ficar com os iguais.
Então depois sugeri que criassem novas classificações: surgiu que podiam juntar por tons parecidos (todos os verdes juntos, todos os azuis).
Logo após construímos uma tabela para registrar as quantidades.
As classificações possíveis são: por cores, por modelo, por tamanho, entre outras.
Fazer classificação é o que mais utilizamos no nosso dia a dia, desde coisas muito simples, até as mais complexas classificações são feitas, como por exemplo a da tabela periódica.

Acredito que toda a ciência baseia os estudos em classificação, tipos de animais, de plantas e assim por diante.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Africanidades

PLANEJAMENTO
Na aula presencial da Interdisciplina: Representação do Mundo pelos Estudos Sociais, precisamos elaborar uma planejamento, podendo escolher diversas temáticas, escolhemos o assunto das Relações Étnico Racial.


·        OBJETIVOS:
        
         - Trabalhar Mitologia Africana;
         - Trabalhar a autoestima das crianças negras;
         - Desconstruir o pré-conceito relacionados as religiões Afrodescendentes;


·        DESENVOLVIMENTO:
                  
                   Observar a imagem de uma Deusa OXUM negra, (levar a imagem impressa em um quadro).


- Contar a lenda da Deusa Oxum.

         A lenda conta como o Oxum salvou o seu povo de uma grande seca.
         Oxum era a rainha ao lado de Xangô, ao ver seu povo padecer na seca, abriu mão de todo o seu ouro, seus tesouros, sem conseguir salvar o seu povo, Oxum senta sobre uma pedra e chora pelas dores dos seus, aonde as lágrimas de Oxum caíram e surgiu uma bela cachoeira.

- Representar a lenda através de desenhos.
- Ouvir a música: É d’OXUM

Nessa cidade todo mundo é d’Oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda a cidade irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda a cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n’água
Não faz distinção de cor
E toda a cidade é d’Oxum
É d’Oxum
É d’Oxum
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar nas ondas do mar

Fazer coreografia da música inspirada nos movimentos de Oxum, que é a Deusa da água doce.


(Este planejamento está sendo colocado em prática pela professora Letícia, os alunos irão apresentar a dança na Festa da Consciência Negra da E. M. E. F. Deputado Victor Issler, no dia 29/11/2016).

Construindo a concepção de Tempo com as crianças

      

   As crianças precisam perceber que o tempo passa, que vivemos uma consequência do passado e uma causa do futuro.
         Perceber que eles já foram crianças, que a escola também existia, na grande maioria das vezes, muito antes deles nascerem, que na cidade tem pessoas no passado faz parte do processo de aprendizagem da noção de passado.
         O processo de aprendizagem precisa se dar através de algo que chame a atenção das crianças, normalmente fazendo uso de fotos, além de estabelecer conexões com o presente, essa metodologia nos estudos sobre história é chamada de APRENDIZAGEM ATIVA.
         Aprendizagem Ativa é utilizada e estudada internacionalmente como um meio de ensino que enriquece as aulas de História, pois possibilita a investigação Histórica.

         Fazer inferências sobre um momento, possibilitar as crianças imaginarem como era quando não tinha televisão, por exemplo. Criar premissas e sustentar com argumentos, são ações que a Investigação Histórica possibilitam na sala de aula. Consequentemente o ensino de história precisa ser estruturado em processos de pensamento.


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O TEMPO NA ESCOLA

Mais uma vez, o que temos vivenciado nas escolas é a presença de um tempo cronometrado, onde cada professor e cada professora entra para sua sala de aula no início do turno escolar e sai quando, ao bater o sinal, determina-se que o tempo acabou. Muitas vezes, o professor ou a professora não consegue conversar com o colega, com a direção, com os pais e mães de seus alunos e alunas, e seu tempo fica reduzido ao espaço e ao tempo da sala de aula. (Oliveira, p. 9, 2016.)

         Não, eu ainda me vejo todos os dias consumida pelo tempo na sala de aula. Preciso fazer chamada diariamente, preencher lista de conteúdos que passei naquele dia, no final de cada mês preencher o frequência on-line.
         Tem uma maneira diferente de fazer isso?
         No final de 2015, a minha escola gastou horas discutindo se acatávamos ou não a determinação da SMED, de mudar módulos para períodos. Qual a diferença? Módulos são de 1 hora, cada manhã ou tarde tem 4 módulos, períodos são de 50 minutos e são 5 por turno. Foram discussões acaloradas dos professores para organizar o tempo da escola.
         É isso que a escola precisa? Organizar 10 minutos a mais ou a menos a cada aula. O tempo e o espaço da escola hoje urge por uma melhoria de qualidade.

          

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ensinando Ciências na Educação Infantil

Muitas vezes temos um conceito de que a Educação Infantil é um espaço para brincar e na medida que os assuntos e as necessidades vão surgindo as professoras vão elaborando atividades. 

A autora Rosa em seu texto O Ensino de Ciências e a Educação Infantil, aborda a importância do Ensino de Ciências na Educação Infantil, pois com isso abordamos assuntos que muitas vezes abordamos de maneira secundária na Educação Infantil.

O Ensino de Ciências pode proporcionar vivencias, ampliar a percepção do meio em que vivemos, além de nos apresentar condições necessárias de sobrevivência. 


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

VER X OLHAR X PERTENCIMENTO

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Olhar fotos, cenas no cotidiano da escola é o que fazemos todos os dias e a todos os instantes. Quando olhamos pouco percebemos os detalhes, consequentemente pouco nos inserimos, ou fazemos parte do momento.

Ver exige estarmos comprometido com o momento, fazer parte da história, pertencer aquele lugar. Para as relações de amizade, de aprendizagem, os vínculos se formarem, é necessário que sejamos da escola.

Sou professora de matemática, muitas vezes, mas muitas mesmo, entro e saio da sala de aula, e pouco percebo os alunos. Preocupada em dar conta dos conteúdos, por ter que preencher o caderno de chamada, preencher planilha de bolsa família, preencher boletim (estamos no ano de 2016 e eu ainda preencho a caneta os 150 boletins dos meus alunos).

Preciso ainda fazer exercícios de ver, analisar melhor e perceber os meus alunos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O Ensino de Estudos Sociais

O Ensino de História foi sendo construído ao longo do tempo, hoje quando aparecem alguns sugerindo tirada de assuntos, para nós já soa mal, pois isso já faz parte da nossa cultura escolar.
O que todos os professores gostam de repetir, é que precisamos conhecer o passado para então construir o futuro. E também que discussões sobre a didática utilizada nas aulas é algo que vem movimentando os professores a algum tempo, lembro que quando estudei no Ensino Fundamental, as provas eram muito dificieis, tínhamos sempre de 3 a 4 capítulos do livro texto para ler e “compreender”, que acabava sendo uma decoreba.
Após também ler o texto sobre o Ensino de Geografia e a Alfabetização cartográfica, fiquei pensando o quanto podemos explorar esses conceitos na escola.
Quando damos dicas para uma caça ao tesouro, quando começamos a trabalhar coordenadas cartesianas e pequenas planilhas com os alunos, mapas da própria escola, mapa do bairro.

Na escola que trabalho hoje, em todas as salas tem um Mapa Mundi, é curioso como todos os alunos exploram, desde as bandeiras, localizações, fazem brincadeiras um diz um país e os demais tem que encontrar em menor tempo possível. Isso é conhecer o mapa.

domingo, 23 de outubro de 2016

ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA

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É importante desenvolver um trabalho de Alfabetização Matemática, nos anos iniciais, por isso é necessário iniciar trabalhando com os conceitos de Seriação, Classificação e Ordenação. Além de que nós professores devemos estar atentos aos erros dos alunos, pois assim é possível planejar novas ações.

“Para que o aluno aprenda matemática, ele precisa se sentir seguro diante de sua representação, precisa descobrir o caminho de uma relação menos angustiante, substituindo o caráter que o oprime na aprendizagem pela alegria da descoberta, para que juntos, aluno e professor, possam  aprender, criar e recriar seus conhecimentos.”  (Lourenço, p.2, 2012)

Ações bem planejadas é extremamente importante para o professor ter segurança no que fará e conseguir passar essa segurança aos alunos.

Um ambiente alfabetizador também contribui, onde as crianças tenham acesso a diversos materiais que irão contribuir para a construção dos conceitos matemáticos. Perceber que a matemática faz parte do nosso dia a dia é primordial para a compreensão e aprendizagem nesse momento da vida.

CLASSIFICAÇÃO: é uma operação lógica que permite organizar a realidade que nos cerca por semelhança. Usamos a classificação em tudo, ao organizar um armário, as nossas roupas, grupos de pessoas, objetos.

SERIAÇÃO: a separação de objetos por diferença, ou seja, por tamanho, por quantidade, aqui também desenvolve-se as noções de ordem crescente de descente.

ORDENAÇÃO: é uma sequência de objetos.

  “Toledo (1997) exemplifica a   ordenação como um colar de  miçangas onde, a criança irá encontrar uma caixa com apenas  círculos do mesmo tamanho e em outra caixa, miçangas de vários formatos e tamanhos. A criança terá que criar dois colares  diferentes, ordená-los de maneira que fiquem com uma aparência limpa, sem muita informação e de modo que as formas e tamanhos  se complementem.”

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

RUBEM ALVES

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Começando a conhecer o Rubem Alves, pois até agora eu só li algumas citações dele. E o primeiro pequeno texto que leio: Gaiolas ou Asas?
Não tem como repensar tudo o que faço na escola, eu me sinto uma gaiola na maioria das vezes, pois tento cumprir o máximo o programa de conteúdos, ainda sendo professora de matemática, sinto-me sozinha para fazer a mudança necessária.
Como diz Rubem Alves quando está parafraseando Nietzsche “ ‘Ferramentas’ são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia-a-dia. ‘Brinquedos’ são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma.”. Preciso começar a analisar sob esse aspecto cada conteúdo em sala de aula.
Será que as escolhas serão as melhores? O que deixar de lado fará falta futuramente nos estudos dos meus alunos?
Ser ousada desta maneira na escola gaiola será uma experiência ou quem sabe a minha metamorfose a ser vivida em 2017.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

PROJETOS DE APRENDIZAGEM

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Na disciplina de Seminário Integrador IV, estamos construindo coletivamente um projeto de aprendizagem com o tema: Violência no trânsito.

Na aula presencial do dia 19/10/2016, estudamos alguns aspectos importantes para repensarmos a elaboração de um Projeto de qualidade. com uma boa argumentação pedagógica.

Quando iniciamos a escrita do nosso projeto, levantamos algumas dúvidas e certezas que tínhamos naquele momento sobre o assunto. Partindo de nossas dúvidas e certezas precisamos pensar em ações, onde aprenderemos mais sobre o assunto para futuramente analisarmos as nossas certezas e dúvidas.

O nosso projeto tem muito a ser melhorado, estamos na fase de estudar sobre o assunto, para então dar continuidade na nossa escrita.


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O QUE ENSINAR NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS

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A disciplina de Ciências deve proporcionar aos alunos o máximo de vivências ligadas ao cotidiano. 

As aulas serem repletas de experimentos, desde o feijão no algodão até a experimentos químicos mais complexos, pois isso permite a compreensão dos conceitos.

Aprender sobre o corpo humano, cuidados e higiene, alimentação saudável, prevenção de doenças, plantas medicinais, pois são aspectos que contribuirão para a vida futura dos nossos alunos.

Estudar os Animais, suas classificações, a importância deles na nossa vida, cuidados necessários.

Esses são aspectos que penso que são necessários para o ensino de Ciências na escola.

O QUE ENSINAR NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS

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A disciplina de Ciências deve proporcionar aos alunos o máximo de vivências ligadas ao cotidiano. 

As aulas serem repletas de experimentos, desde o feijão no algodão até a experimentos químicos mais complexos, pois isso permite a compreensão dos conceitos.

Aprender sobre o corpo humano, cuidados e higiene, alimentação saudável, prevenção de doenças, plantas medicinais, pois são aspectos que contribuirão para a vida futura dos nossos alunos.

Estudar os Animais, suas classificações, a importância deles na nossa vida, cuidados necessários.

Esses são aspectos que penso que são necessários para o ensino de Ciências na escola.

A IMPORTÂNCIA DOS ESTUDOS SOCIAIS NOS ANOS INICIAIS

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Quando cursei a terceira série do Primeiro Grau, olha não faz muito tempo, mas já mudou toda a nomenclatura, o livro utilizado pela professora Elisabeth Costa, foi o da ilustração acima. 

Neste texto apresento as minhas suposições sobre o Ensino dos Estudos Sociais nos Anos Iniciais, o meu conhecimento é muito pequeno, não tenho nenhuma evidencia teórica. Ao final do semestre pretendo reescrever o texto com maior embasamento teórico.

Penso ser necessário, os alunos construir a noção de espaço, consequentemente, de rua, bairro, cidade, estado, país e mundo.

Conhecer um pouco da sua própria história, da história da escola, da comunidade, da cidade e do país.

Além de trabalhar as relações humanas. Datas importantes, noções de tempo (horas, dia, semana, mês, ano).

Esses são alguns dos conceitos que neste momento julgo importante trabalhar com alunos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

domingo, 16 de outubro de 2016

O QUE SEI SOBRE O ENSINO DA MATEMÁTICA

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Nesta postagem escreverei uma prévia dos meus conhecimentos sobre o que é importante e como ensinar matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Durante o semestre diversas vezes revisitarei este post, para reconsiderar o meu posicionamento.

Ressalto que neste texto apresento são minhas convicções pessoais e aprendizagens durante a minha prática em sala de aula. 

Devemos priorizar que o ensino da Matemática seja com material concreto, ser concatenado com situações do cotidianos das crianças e adolescentes.

A Matemática não deve ficar somente na construção dos números, precisa ampliar para questões geométricas, apresentando os primeiros conceitos de medida e forma.

Além de possibilitar o desenvolvimento do Pensamento Lógico Matemático.

Outro assunto que também que é importante trabalhar em sala de aula é o tratamento de informações.

Espero que neste semestre fazer reflexões sobre como elencar as prioridades para o ensina da matemática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.




sábado, 15 de outubro de 2016

Expectativas do Quarto semestre

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Mais um semestre iniciando, nesse semestre estudaremos como ensinar CIÊNCIAS, MATEMÁTICA e ESTUDOS SOCIAIS aos nossos alunos.

Penso que será um semestre com muitas leituras sobre o ensino e a importância destas disciplinas na Escola.

O maior desafio será perceber a ligação de uma disciplina com a outra, pois esse é um dos maiores dificuldades na escola, quando vamos elaborar um projeto interdisciplinar, a que rapidamente conseguimos pensar para a matemática é a utilização dos gráficos.

Estou me comprometendo ao final do semestre ter de 20 ou mais publicações no blog. Além de realizar as atividades em dia.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Um pouco da História dos Contos de Fadas

Os contos de fadas não são considerados pelos críticos como os melhores livros, mas com certeza são muito conhecidas, pelo simples fato de serem sempre muito oferecidas as crianças, consequentemente exercem grande influência na nossa sociedade.
Existe preconceito com esse gênero literário, acredita-se que tem relações fortes de serem lidos e apreciados por muitas pessoas além de envolver diretamente o público infantil.
Esses contos foram todos criados e escritos pelo povo, utilizam-se de crendices populares. Por muito tempo essas histórias só eram contadas, então foram construídas coletivamente, passaram de geração a geração através da narrativa oral.
Na Alemanha em 1802, publicaram uma edição dessas histórias, com 210 contos. A coletânea foi organizada pelos irmãos Grimm. O principal objetivo desta obra era preservar o patrimônio literário do povo Alemão.

Décadas mais tarde, na Dinamarca, além de Andersen transcrever as histórias contadas pelo povo, também criou novos contos utilizando de temáticas parecidas.

domingo, 10 de julho de 2016

Narrativa construída coletivamente...


Nesses dois meses tenho feito narrativas diariamente, são histórias contadas e inventadas coletivamente com a minha filha, que chegou aos 4 anos, criamos os personagens, o local, idealizamos e sonhamos juntas.

A narrativa contada aqui é a unificação de diversas histórias inventadas por nós.

O SUSTO DA PRINCESA

 

Em um lugar muito longe daqui, onde fazia frio, vivia uma princesa linda, com lindos cachinhos pretos, seus olhos tinham um brilho especial, estava sempre sorrindo.

A princesa tem um nome muito especial, ela é a Vitória, a sua casa é toda rosa, cheia de flores.

Ela acorda todos os dias, escova os dentes e toma café.

Em dia com muita chuva ela levantou, escovou os dentes e foi para tomar café na cozinha, esqueceu de acender a luz.

Abriu a geladeira, pegou o leite, encheu uma xícara de leite e colocou para esquentar no microondas, quando abriu a porta do microondas teve uma grande surpresa.

Ela pulou para trás, deu um grito, tão alto, mas tão alto, que acordou o maninho, a mãe da princesa correu na cozinha.

Quando a mamãe chegou na cozinha, a Princesa Vitória chorava muito, ela não conseguia nem falar.

A mamãe acendeu a luz da cozinha, viu no chão uma sacola de pão que ela tinha deixado no dia anterior dentro do microondas. A mamãe entendeu tudo que estava acontecendo.

A mamãe deu um abraço, pegou a princesinha no colo e começou a explicar o que era só uma sacola de pão que caiu no chão.

As duas riram muito juntas.

sábado, 9 de julho de 2016

Como desenvolver um jogo em sala de aula

OBJETIVOS:
1)   Fazer comparações de pequenas quantidades;
2)   Elaborar e executar estratégias;

METODOLOGIA:
         Inicialmente jogar em duplas, para compreender a lógica do jogo, em um segundo momento jogar em trios, ou grupos maiores.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:
         Um conjunto de cartas para cada dupla de alunos.

        
Apliquei essa em 2014, quando trabalhei no Laboratório de Aprendizagem de uma instituição em Porto Alegre, realizei com crianças que apresentavam dificuldades de aprendizagem.
         A primeira atividade de comprar quantidade, entre duas cartas é mais simples, eles conseguem fazer. A maior dificuldade é a elaboração de estratégia, para a BATALHA. Isso faz parte do processo de aprendizagem, principalmente da construção do raciocínio lógico matemático.
         Uma estratégia para compreenderem como comparar quantidades é enfileirar tampinhas.


         O registro do jogo é fundamental para que ocorra a elaboração de todo o raciocínio envolvido.

O LÚDICO NO ENSINO FUNDAMENTAL

         Ao pensar que os alunos do Ensino Fundamental nos anos iniciais são crianças, de 6 a 12 anos, consequentemente estão no transitando pelo período Operatório Concreto.
         É nesse período que surge a necessidade de estabelecer relações e até começa a lidar com amigos que possuem pontos de vistas diferentes. Por isso é nessa fase que é necessário as crianças participarem de jogos de regras.
         Consequentemente a compreensão dos conteúdos se dará mais facilmente se apresentado aos alunos de maneira concreta, então o lúdico deverá estar presente diariamente na sala de aula.
         Ter momentos de atividades livres, permitir aos alunos criarem suas próprias brincadeiras, suas próprias regras é a melhor maneira de socialização, de aprendizagem.

         Penso que na escola é necessário ter pracinha, ter atividades para todos, por exemplo, na escola que trabalho investimos em rampas de skate, saco de boxe pois são alternativas de espaço com atividades livres para os maiores.

COLETÂNEA DE JOGOS


        Elaborei uma coletânea de jogos, pensando no ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a maioria deles utilizei em sala de aula, enquanto professora de 1° Ano.

Jogos de Exercícios
        São jogos que auxiliam a aprendizagem e compreensão de conteúdos matemáticos.




JOGOS DE QUANTIFICAÇÃO
Esses jogos auxiliam na aprendizagem dos números e quantidades.






Jogos de Regras
        Além de auxiliar o desenvolvimento da autonomia dos alunos, a interação em grupo, também permitem a construção de conceitos matemáticos.