domingo, 2 de julho de 2017

Novos Rumos: mudando o caminho do Projeto

Inicialmente iria fazer um Projeto de Aprendizagem com a turma de alunos que estão se preparando para a OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), mas devido ao cronograma a ser cumprido não será possível.

Então conversando com a tutora ela instigou a pensar algo que fosse possível fazer com a minha filha.

A minha filha tem 5 anos e 10 meses, está morando conosco a um ano. A principal questão que vem surgindo é sobre a nossa formação familiar.

A nossa família é composta pelo meu esposo o José Otávio, eu, a Mikely nossa filha e o Rodrigo que é filho do meu esposo, ele tem 11 anos, autista e vem passar os findes semanas na nossa casa pois mora com a mãe dele.

O nome do projeto será Família o que é isso?

A Mikely até maio de 2016 não tinha referência alguma de mãe e pai, as pessoas que desempenhavam a função de cuidados eram chamadas de tio e tia.

Os vínculos se fortalecem a cada dia, os questionamentos surgem aos poucos.

O principal objetivo do projeto é responder alguns questionamentos sobre a nossa composição familiar, de maneira clara e objetiva.

Políticas Públicas

Partindo da leitura do texto: POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE REDEFINIÇÃO DO PAPEL DO ESTADO, da professora Peroni, apresento algumas considerações:

Políticas públicas

3 períodos políticos do país
                -1º Período:  Controle da política (inicia na ditadura do Getúlio Vargas e vai até o populismo nacionalista).
                - 2º Período: Política do controle (da ditadura militar até 1988).
                - 3º Período: Política social sem direitos sociais (de 1988 até os dias de hoje).

                Com a constituição de 1988, iniciou-se a política social, mas muitos destes direitos sociais não estão colocados na prática.
Passamos por um período de transição e a crise está sendo olhada sob um novo prisma onde concluem que a crise é no estado e não no Capitalismo.

Estratégias para reforma do Estado Brasileiro: Privatizações, publicilização e terceirização.
               

Sistema público X avaliações externas.

Avaliação Instuticional

O Estado é o avaliador,  a intenção da avaliação é mediar a qualidade, deveriam ser diagnósticas, consequentemente deveriam servir de base para formar as políticas públicas de educação, mas com esta nova tendência culpam a escola e os professores.