quinta-feira, 24 de maio de 2018
domingo, 20 de maio de 2018
História da EJA
Iniciou-se o processo de
escolarização de adultos, com o intuído destes trabalharem para a Família Real;
1ª Escola Noturna –
Objetivo: Alfabetizar trabalhadores
Em 20 anos aumentou para 117
o número de Escolas noturnas;
1881 - Decreto nº 3029 -
Analfabetos não votam.
1887 – 1897 A educação é
REDENTORA dos problemas – Ampliação considerável do número de escolas
1934 – Plano Nacional de
Educação
Década de 40 – Criação do
SENAI, além do Fundo Nacional de Ensino Primário
No Governo de Getúlio
Vargas, com intuito de elevar os níveis de escolarização, foi investido na
Educação de Adultos, além da Fábrica de Leitores
1958 – Congresso da Educação
de Adultos
Grupo de Pernambuco liderado
por Paulo Freire
“Educação com o Homem e não
para o Homem”
Campanha Nacional de Erradicação do
Analfabetismo (CNEA)
Foi extinta em 1963, por falta de
recursos financeiros.
1967 – MOBRAL
1971 – Regulamentação do
Ensino Supletivo
Em 1985 foi extinto o MOBRAL
e criado a Fundação Educar, mas sem
financiamento, por isso em 1990 foi extinta também.
1990 – Descentralização da
Educação de Jovens e Adultos tornando-se de responsabilidade Municipal
Redefiniu as idades para
ingresso na EJA
Ensino Fundamental: 15 anos
e Ensino Médio: 18 anos
Escola de Fábrica
Cursos Profissionalizantes
para alunos de 15 a 21 anos
PROJOVEM
Para jovens de 15 a 24 anos
com escolaridade superior ao 4º Ano.
PROEJA
Para jovens no Ensino Médio,
cursos de profissionalização;
Educação de Jovens e Adultos
A Educação de Jovens e Adultos é para aqueles que não tiveram
acesso a Educação Básica na idade certa, tanto por não terem frequentando a
escola ou por excesso de reprovação.
Função Reparadora – Reparar a realidade, dívida da nossa história
social, tornando deste um princípio de igualdade. Sem deixar para trás uma
escola de qualidade.
Função Equalizadora – Dar cobertura a trabalhadores, ou demais
segmentos sociais. Essa função representa a promessa de efetivar um caminho de
desenvolvimento de todas as pessoas e idades.
Função qualificadora – Um dos principais objetivos e sentidos da
EJA é a função permanente, a busca por novos resinificados para os conteúdos até então tidos como
barreiras para aprendizagem e o sucesso escolar.

segunda-feira, 7 de maio de 2018
Planejamento: em busca de caminhos
O Texto da Professora Maria Bernadette apresenta argumentos sobre o Planejamento, além de apresentar algumas estratégias para o ensino integrado.
Aqui trarei alguns tópicos importantes do texto:
- Planejamento: Chatice X Necessidade
Quando planejamos diversas aulas seguidas, não permitimos planejar partindo de uma perspectiva dos alunos;
- Questões para o Planejamento:
Como ensinar? Pra quem? Pra quê? O que pretendemos?
- Partindo do que o aluno já conhece
Quando deixamos de pensar que o aluno é Tábula rasa, admitimos que ele tem conhecimentos prévios é necessário construir o planejamento com os alunos.
"Ao revisarmos uma ação realizada, estamos preparando uma ação num processo contínuo e ininterrupto." (Rodrigues, p.32)
- Etapas da aprendizagem
Liberdade, individualidade, atividade, intuição e globalização;
- Projetos:
Decidir o propósito de cada projeto, realizar um plano de trabalho para sua resolução, executar o plano projetado e julgar o trabalho realizado.
- Como Planejar:
Objetivo, justificativa, temática, estratégias, localização, recursos e avaliação;
Para desenvolver um trabalho interdisciplinar é necessário abrir mão de lista de conteúdos para dar conta de assuntos amplos que abrangem diversas áreas.
Como professora de matemática, ainda não consigo largar os conteúdos, tenho refletido sobre isso em diversas situações, principalmente no momento que estou planejando as aulas.
Globalização uma nova necessidade

No início dos anos 80 era necessário atingir a eficiência produtiva. Com isso o pensar do processo produtivo descentralizou-se, pois era a única maneira de atender as necessidades dos seus consumidores.
Percebeu-se a importância do trabalho em equipe, essa concepção destaca-se: Pela eliminação dos recursos redundantes, pela qualidade total, pelo envolvimento da classe trabalhadora na tomada de decisões. Mas também implica em redução de custos nas industrias. Será que isso implicaria na redução de investimentos na Educação?
A Educação recebeu influência dos sistemas empresariais, no momento da descentralização e o começo do trabalho em equipe, ficou conhecido como o processo de autonomia das escolas, iniciou-se aqui o processo das Escolas Democráticas. Concomitantemente introduziu-se conceitos como ensino Globalizados, Interdisciplinariedade, trabalho em equipe.
Para que esse sistema tenha sucesso, é necessário um compromisso dos professores, para que pensem e elaborem estratégias dos processos educacionais.
domingo, 6 de maio de 2018
Uma necessidade da indústria e a Escola
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" O movimento pedagógico a favor da globalização e da interdisciplinariedade nasceu de reivindicações progressistas de grupos ideológicos e políticos que lutavam por uma maior democratização da sociedade." (Santomé)
Foi o Frederick Winslow Taylor que estruturou um sistema de produção, que revolucionou as indústrias. Esse sistema era baseado em um grupo muito pequeno de pessoas pensam a estratégias de produção e depois outras pessoas executam, cada uma faz uma parte bem específica. Neste modelo a escola, serviu para preparar profissionais que soubessem silenciar e executar ordens.
Outra analogia interessante e necessária que na escola ainda temos quem pensa e elabora as diretrizes (normalmente o Ministério da Educação, Secretarias de Educação, ou Diretores) e quem executa as ordens (os professores). E as notas escolares na empresa se tornam o salário. Além de toda a fragmentação dos conteúdos escolares surgem nesta época.
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