quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Classificação e Ciências

Essa atividade eu apliquei ela no ano passado no Laboratório de Aprendizagem, são alunos de 2° e 3° ano, a maioria com dificuldades de aprendizagem. Preparei um pacote com diversos brinquedos de aniversário. Solicitei aos alunos que arrumassem aqueles brinquedos.
A maioria fez a classificação por tipo e um tentou classificar por cor, mas como tinha diversas cores, e também percebeu os colegas fazendo de outra maneira resolveu mudar.
Ao perguntar o porquê escolheram classificar assim, eles responderam que era para deixar tudo separado, os iguais tinham que ficar com os iguais.
Então depois sugeri que criassem novas classificações: surgiu que podiam juntar por tons parecidos (todos os verdes juntos, todos os azuis).
Logo após construímos uma tabela para registrar as quantidades.
As classificações possíveis são: por cores, por modelo, por tamanho, entre outras.
Fazer classificação é o que mais utilizamos no nosso dia a dia, desde coisas muito simples, até as mais complexas classificações são feitas, como por exemplo a da tabela periódica.

Acredito que toda a ciência baseia os estudos em classificação, tipos de animais, de plantas e assim por diante.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Africanidades

PLANEJAMENTO
Na aula presencial da Interdisciplina: Representação do Mundo pelos Estudos Sociais, precisamos elaborar uma planejamento, podendo escolher diversas temáticas, escolhemos o assunto das Relações Étnico Racial.


·        OBJETIVOS:
        
         - Trabalhar Mitologia Africana;
         - Trabalhar a autoestima das crianças negras;
         - Desconstruir o pré-conceito relacionados as religiões Afrodescendentes;


·        DESENVOLVIMENTO:
                  
                   Observar a imagem de uma Deusa OXUM negra, (levar a imagem impressa em um quadro).


- Contar a lenda da Deusa Oxum.

         A lenda conta como o Oxum salvou o seu povo de uma grande seca.
         Oxum era a rainha ao lado de Xangô, ao ver seu povo padecer na seca, abriu mão de todo o seu ouro, seus tesouros, sem conseguir salvar o seu povo, Oxum senta sobre uma pedra e chora pelas dores dos seus, aonde as lágrimas de Oxum caíram e surgiu uma bela cachoeira.

- Representar a lenda através de desenhos.
- Ouvir a música: É d’OXUM

Nessa cidade todo mundo é d’Oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda a cidade irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda a cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n’água
Não faz distinção de cor
E toda a cidade é d’Oxum
É d’Oxum
É d’Oxum
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar nas ondas do mar

Fazer coreografia da música inspirada nos movimentos de Oxum, que é a Deusa da água doce.


(Este planejamento está sendo colocado em prática pela professora Letícia, os alunos irão apresentar a dança na Festa da Consciência Negra da E. M. E. F. Deputado Victor Issler, no dia 29/11/2016).

Construindo a concepção de Tempo com as crianças

      

   As crianças precisam perceber que o tempo passa, que vivemos uma consequência do passado e uma causa do futuro.
         Perceber que eles já foram crianças, que a escola também existia, na grande maioria das vezes, muito antes deles nascerem, que na cidade tem pessoas no passado faz parte do processo de aprendizagem da noção de passado.
         O processo de aprendizagem precisa se dar através de algo que chame a atenção das crianças, normalmente fazendo uso de fotos, além de estabelecer conexões com o presente, essa metodologia nos estudos sobre história é chamada de APRENDIZAGEM ATIVA.
         Aprendizagem Ativa é utilizada e estudada internacionalmente como um meio de ensino que enriquece as aulas de História, pois possibilita a investigação Histórica.

         Fazer inferências sobre um momento, possibilitar as crianças imaginarem como era quando não tinha televisão, por exemplo. Criar premissas e sustentar com argumentos, são ações que a Investigação Histórica possibilitam na sala de aula. Consequentemente o ensino de história precisa ser estruturado em processos de pensamento.


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O TEMPO NA ESCOLA

Mais uma vez, o que temos vivenciado nas escolas é a presença de um tempo cronometrado, onde cada professor e cada professora entra para sua sala de aula no início do turno escolar e sai quando, ao bater o sinal, determina-se que o tempo acabou. Muitas vezes, o professor ou a professora não consegue conversar com o colega, com a direção, com os pais e mães de seus alunos e alunas, e seu tempo fica reduzido ao espaço e ao tempo da sala de aula. (Oliveira, p. 9, 2016.)

         Não, eu ainda me vejo todos os dias consumida pelo tempo na sala de aula. Preciso fazer chamada diariamente, preencher lista de conteúdos que passei naquele dia, no final de cada mês preencher o frequência on-line.
         Tem uma maneira diferente de fazer isso?
         No final de 2015, a minha escola gastou horas discutindo se acatávamos ou não a determinação da SMED, de mudar módulos para períodos. Qual a diferença? Módulos são de 1 hora, cada manhã ou tarde tem 4 módulos, períodos são de 50 minutos e são 5 por turno. Foram discussões acaloradas dos professores para organizar o tempo da escola.
         É isso que a escola precisa? Organizar 10 minutos a mais ou a menos a cada aula. O tempo e o espaço da escola hoje urge por uma melhoria de qualidade.

          

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ensinando Ciências na Educação Infantil

Muitas vezes temos um conceito de que a Educação Infantil é um espaço para brincar e na medida que os assuntos e as necessidades vão surgindo as professoras vão elaborando atividades. 

A autora Rosa em seu texto O Ensino de Ciências e a Educação Infantil, aborda a importância do Ensino de Ciências na Educação Infantil, pois com isso abordamos assuntos que muitas vezes abordamos de maneira secundária na Educação Infantil.

O Ensino de Ciências pode proporcionar vivencias, ampliar a percepção do meio em que vivemos, além de nos apresentar condições necessárias de sobrevivência.