sexta-feira, 22 de junho de 2018

Vygotsky

A teoria dele é baseada em quatro fatores:

- Interação: Adquirir o conhecimento através de relações interpessoais. O Individual é o resultado da construção com o outro. Mesmo que tenhamos o potencial Biológico para se desenvolver se não interagirmos com o outro  não nos desenvolveremos.

- Mediação: Apresentação simbólica. A linguagem realiza a mediação entre a coisas e a compreensão da coisa.

- Internalização: O momento em que a aprendizagem se completa, que o significado vai para além da palavra.

- Zona de desenvolvimento Proximal: É o espaço em brancos entre o que a criança já é e o que ela tem condições de aprender com o outro.

A função do professor é estimular a criança a se superar e se apropriar ao que em tese ela é capaz. O professor deverá ser um mediador entre a criança e o mundo auxiliando ela atingir o melhor de si.

zonas desenvolvimento vygotsky


O Uso de Tecnologias em Sala de Aula

No ano de 2009 desenvolvi um trabalho com crianças de 6 anos, utilizando uma história digital e introduzi o conceito de multiplicação.

Esse trabalhou virou tema do Trabalho de Conclusão de Curso da Especialização em Mídias Digitais, Didática E Matemática oferecido pela UFRGS.

Foi possível verificar a aprendizagem dos alunos de um conceito que hoje é mostrado para eles somente no 3º ano do Ensino Fundamental.

A história Utilizada foi o Aniversário do Arthur, produzido pela Positivo.

O TCC pode ser lido na integra: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/31575

Esse é o livro digital:
 

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Jean Piaget



Ele estudou o desenvolvimento cognitivo paralelamente com o desenvolvimento e aquisição da linguagem estabelecendo relações com o desenvolvimento social.
Piaget dividiu o desenvolvimento cognitivo nos seguinte Estágios:
- Estágio Sensório Motor
- Estágio Pré – Operatório
- Estágio das Operações Formais:
Nestes estágios ele diferenciou as funções de conhecimento das funções de representação.

domingo, 10 de junho de 2018

Inovação Pedagógica


         A conceito de Inovação podemos dizer que é o que produz, o que transforma e o que determina a ação humana e o meio social, criando circunstâncias para constituição das instituições, industrias e objetos, condicionados ao lugar e ao tempo.  
         A inovação fundamenta a Inovação Pedagógica, que pressupõe não apenas a inclusão de novidades sendo elas tecnológicas ou não.
         Inovação Pedagógica requer ruptura paradigmática, que re-significam a maneira de entender o conhecimento, rompendo com a maneira tradicional de ensinar, que utilizava-se de recursos como repetição, memorização e padronização.
         O modelos matemáticos são os únicos modelos a produzirem conhecimento, o Determinismo e Empirismo constituem princípios positivistas da ciência moderna e fundamentam a forma tradicional de ensinar.
         Acredita-se que a Inovação Pedagógica ajudará a romper com esses conceitos determinados já.  

domingo, 3 de junho de 2018

Mídias e a minha vida escolar



                 
1988 - Educação Infantil (Pré Escolar) - material de exploração
1989 até 1996 – Ensino Fundamental – o maior avanço tecnológico, a escola inaugurou o Laboratório de Informática  - A escola ofereceu cursos no horário inverso para os alunos;
1997 até 2000 – Magistério – Durante o curso tive acesso a diversos recursos pedagógicos
2002 até 2008 – Licenciatura em Matemática – Aprendemos a utilizar software e inclusive a elaborar páginas de internet para explorar com os alunos;
2009 até 2010 – Especialização em Mídias e Matemática – Além de ser a distância utilizamos diversos software de matemática
2011 – 2013 – Mestrado em Matemática – durante esse período assisti muitos vídeos e o meio de comunicação era e-mail;
2015 – até agora – Pedagogia – Agora também assisto muitos vídeos, mas o meio de comunicação mais eficiente e rápido é o whatssap.

                   Hoje a minha maior frustação quanto educadora é ainda não conseguir utilizar tecnologias atuais (laboratório de informática) de maneira eficiente.
                   Na escola que atuo não temos 10 computadores funcionando, e com acesso a internet devemos ter umas 5 máquinas. O que este ano consegui organizar com os alunos, que os trabalhos de pesquisa sejam entregues por e-mail.
                   Precisamos renovar e buscar solução para incluir tecnologias na aula, além de propiciarmos reflexões sobre o uso das tecnologias no nosso dia a dia.

sábado, 2 de junho de 2018

ALFABETIZAR ADULTOS – O QUE É IMPORTANTE?


                   O ponto de partida é o MARCO REFERENCIAL, onde todos os envolvidos no processo de alfabetização, construirão as bases onde os alunos irão aprender, serve para resgatar a visão de mundo, os sonhos, apontar as utopias de cada um deles.
                   Perceber que o aluno já lê o mundo, mostrar e ampliar com eles essa leitura de mundo levará consequentemente a construção do processo de leitura e escrita. Como Hara, “quando aceitamos que o homem seja sujeito na compreensão do mundo, aceitamos que também o seja na construção do seu conhecimento sobre a escrita, uma parcela do conhecimento social.”
                   Ao provocarmos em sala de aula a leitura de mundo estaremos aproximando criticamente da realidade. No vídeo, quando os alunos mesmo sendo moradores da comunidade, saíram para conversar e pesquisar sobre os problemas do bairro, trouxeram para a sala de aula um riquíssimo material de pesquisa. Assim mostrou aos alunos que a Escola não está a parte e isolada da comunidade.
                   A leitura de mundo permite compreender o contexto, ir além dele para buscar soluções e desenvolve a capacidade do aluno se assumir como membro da sociedade e como agente transformador deste espaço. Pois como muitos deles por serem analfabetos não se permitiam fazer parte da comunidade.
                   Paulo Freire afirma que é importante aprender a pensar, pensar sobre a realidade e não o pensamento. Assim a construção do conhecimento deve se considerar a dimensão da razão e emoção, favorecendo a troca entre as pessoas.
                   O Erro fará parte da construção da escrita, muitas vezes nós educadores nos horrorizamos com as hipóteses que um adulto apresenta, mas ele passará exatamente pelo mesmo processo que uma criança.
                   Quando propormos uma sala de aula com debate e troca estaremos ampliando as possibilidades de compreensão do mundo.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Alfabetização de Adultos


            Para Emílio Ferrero, Paulo Freire recuperou processos de alfabetização que não tinham sidos focalizados convenientemente, ampliando a alfabetização para a dimensão social e política. Com isso surgiu o termo: empowerment, que traduzida para o Português significa: empoderamento ou ainda descentralização de liderança.
                        A pedagogia do empowerment surge em contraposição a educação bancária, será uma educação emancipadora e libertária. Nessa maneira de fazer a educação o educando torna-se sujeito da aprendizagem. O diálogo é definido por Paulo Freire como a troca entre educador e educando, mas essa troca é mais que trocar conhecimentos, como os alunos ensinarem receita ao professor, é sim o professor aprender a ser educador e construir a sua prática com os alunos.
                        Giroux define a alfabetização como um conceito e como uma prática social que devem estar historicamente vinculados, ainda para Paulo Freire que a alfabetização e também o educar é realizar um ato político.
                        Ainda hoje temos dificuldades de encontrar outros teóricos que tenham se dedicado demasiadamente a pensar e estudar a alfabetização de adultos, sendo o Paulo Freire o principal e com maiores escritos e contribuição para a educação.
                        Podemos dizer que a contribuição de Freire foi a necessidade de abandonar o uso da linguagem artificial para alfabetizar, por exemplo a tradicional frase: O vovô viu a uva., e utilizar uma linguagem com significado aos alunos, ser uma linguagem inserida no contexto social dos alunos.
                        É importante salientar que precisamos partir do contexto social, das curiosidades, das necessidades dos alunos, mas é função do educador ampliar para novas questões, provocar a busca pelo conhecimento científico.
                        Freire tornou a alfabetização além da decodificação de letras e sons, mostrou a importância social de ler, compreender, escrever. Ele não apresenta caminhos prontos para os educadores, mas apresenta fortes argumentos para construirmos esses caminhos com os nossos alunos.
                        Enfatiza que a escola precisa ser o centro de referências para discussões da comunidade, tornando real a participação de todos os envolvidos.
                        O educador precisa exercer a sua autoridade dialogando com a liberdade do aluno, construindo a relação de respeito e troca mútua, gerando um ambiente propício para a aprendizagem.