Ao ler o texto publicado pela Ministério da Educação - Cor ou Raça nas estatísticas educacionais: Uma análise dos instrumentos de pesquisa do INEP, é possível verificar a importância do Censo Escolar.
Desde de 2006 é feito de maneira unificada pelo Educacenso.
E as escolas de Educação Básica foram orientadas a incluir algumas informações nas fichas de matriculas para colaborar neste tarefa de conhecer os alunos do Brasil.
Na rede municipal de Porto Alegre, existe um Portal (RME - Rede Municipal de Ensino), nele é preenchido todos dados dos alunos., incluindo faltas.
E esse portal ajuda na apresentação dos dados para o Educacenso.
Mas muitos lugares ainda não conseguiram organizar-se para incluir informações, por exemplo, raça. E isso está afetando os dados, pois temos um alto índice de não declarados. Como a escola não tem essa informação eles afirmam que o aluno não declarou essa informação.
O MEC lançou uma campanha para que os municípios e estados se empenhem e incluir corretamente esta informação.
Isso ajudará a retratar os alunos da educação básica do Brasil.
sábado, 9 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Aplicando o Método Clinico de Piaget
Esse semestre estudamos sobre o Método Clínico Piagetiano.
Em duplas fomos convidadas a escolher uma criança para aplicar alguma prova do Método Clínico. A Adriana Guerra e eu aplicamos com a minha filha.
Fizemos pelo menos 3 tentativas. A primeira a prova dos pesos e tamanhos utilizando massinha de modelar.
A nossa abordagem foi um tanto insegura, dificultando a compreensão da prova.
A segunda prova foi a da quantificação e conservação. Utilizamos palitos de picolé de cores diferentes e uma quantidade grande (24 unidades- 12 de cada cor). Também as nossas intervenções atrapalharam as respostas, algumas vezes os nossos questionamentos induziam ao erro.
Depois da aula presencial decidimos aplicar novamente utilizando tampinhas de mesma cor. Iniciamos com 3 tampinhas para cada uma (Eu e Ela). Ela conseguiu contar, ao distanciar uma da outra ela está convencida de que a quantidade de tampinhas aumenta, mesmo questionando se acrescentamos tampinhas e ela respondendo não, continua a sua afirmação.
Eu fiquei me questionando o que eu preciso agora fazer? Quais as intervenções necessárias para que ela consiga avançar esta etapa da aprendizagem.
Em duplas fomos convidadas a escolher uma criança para aplicar alguma prova do Método Clínico. A Adriana Guerra e eu aplicamos com a minha filha.
Fizemos pelo menos 3 tentativas. A primeira a prova dos pesos e tamanhos utilizando massinha de modelar.
A nossa abordagem foi um tanto insegura, dificultando a compreensão da prova.
A segunda prova foi a da quantificação e conservação. Utilizamos palitos de picolé de cores diferentes e uma quantidade grande (24 unidades- 12 de cada cor). Também as nossas intervenções atrapalharam as respostas, algumas vezes os nossos questionamentos induziam ao erro.
Depois da aula presencial decidimos aplicar novamente utilizando tampinhas de mesma cor. Iniciamos com 3 tampinhas para cada uma (Eu e Ela). Ela conseguiu contar, ao distanciar uma da outra ela está convencida de que a quantidade de tampinhas aumenta, mesmo questionando se acrescentamos tampinhas e ela respondendo não, continua a sua afirmação.
Eu fiquei me questionando o que eu preciso agora fazer? Quais as intervenções necessárias para que ela consiga avançar esta etapa da aprendizagem.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Método Clínico Piagetiano
Esse semestre na Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II está abordando questões relevantes sobre a o Método Clínico Piagetiano.
Na aula presencial, tive a oportunidade de apresentar, como exemplo, para as colegas o vídeo que eu e a colega Adriana fizemos com a minha filha aplicando o Método Clinico.
Aplicamos a prova da quantificação, utilizando palitos.
Tivemos falhas em abordar com ela as questões da quantificação. Ela ainda não tem convicção sobre suas respostas. Então a sugestão da professora é refazer a atividade utilizando material da mesma cor e menor quantidade.
Pretendemos refazer a prova utilizando tampinhas, iniciando com quantidades menores. Essa atividade irá contribuir para que futuramente possamos analisar e consequentemente elaborar estratégias de aprendizagens com os nossos alunos.
Na aula presencial, tive a oportunidade de apresentar, como exemplo, para as colegas o vídeo que eu e a colega Adriana fizemos com a minha filha aplicando o Método Clinico.
Aplicamos a prova da quantificação, utilizando palitos.
Tivemos falhas em abordar com ela as questões da quantificação. Ela ainda não tem convicção sobre suas respostas. Então a sugestão da professora é refazer a atividade utilizando material da mesma cor e menor quantidade.
Pretendemos refazer a prova utilizando tampinhas, iniciando com quantidades menores. Essa atividade irá contribuir para que futuramente possamos analisar e consequentemente elaborar estratégias de aprendizagens com os nossos alunos.
domingo, 3 de dezembro de 2017
POSSÍVEIS DIAGNÓSTICOS
Na segunda aula presencial a Professora Gabriela, fez um breve relato de algumas possíveis situações que receberemos na escola.
Com uma hora e meia de aula é impossível aprofundar sobre qualquer dificuldade, mas foi a oportunidade para sermos instigados a conhecer parte das situações que poderemos enfrentar.
E não poderia ser diferente, o que mais instigante foi sobre os aspectro autista, com o vídeo: Vamos Brincar de Geovane.
Fez a reflexão o que muitas vezes o aluno autista não se comunica, mas ele se comunica sim e de diversas formas é nós que ainda não compreendemos.
É importante o professor encontrar esses caminhos para compreender e conseguir planejar ações para com este aluno.
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Durante o curso o que eu mais sinto falta são dos encontros com os professores, as discussões, apesar de termos uma aula presencial por semana considerado cinco vezes menos que um curso regular.
E nesse semestre as aulas da Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especias foram importantes e com muita aprendizagem, a vontade é de ter aula semanal desta disciplina.
Aqui pretendo fazer um breve resumo da primeira aula, e na próxima postagem falarei da segunda aula.
O enfoque da aula foi as nossa dificuldades em desenvolver o trabalho com os alunos com Necessidades Educacionais Especiais.
Muitas vezes procuramos defeitos e não qualidades, com certeza isso dificulta o processo de aproximação com esse aluno. Para qualquer processo de Ensino-Aprendizagem é necessário a afetividade e em alguns casos, não nos permitimos desenvolver a relação de afeto com esses alunos, surgindo uma culpabilização do mesmo.
Podemos nos questionar o porque deste nosso comportamento e a explicação é cultural pois fomos educados para cultuar o perfeito, ainda temos dificuldade de lidar com o diferente. E consequentemente utilizamos os Mecanismos de Defesa, e um deles utilizados pelos professores é não estou preparado, não tenho condições.
Temos duas maneiras de lidar com essa situação, continuamos afirmando isso e sacrificando cada aluno nosso ou viver, correr atrás das informações e inventar a nossa sala de aula tornando um espaço democrático de convivência e de aprendizagem.
sábado, 2 de dezembro de 2017
Filosofia e o Paulo Freire
Em tempos que ouvimos pessoas que conhecem pouco ou quase nada de Educação contestar a obra do Paulo Freire precisamos ler e estudar para com conhecimento contrapor esses ataques. Além, de com certeza, fazer a diferença na nossa prática cotidiana.
Esse semestre tivemos a oportunidade de ter uma aula na Interdisciplina de Filosofia, sobre a Pedagogia do Paulo Freire.
É uma pedagogia que ultrapassa alguns conceitos e objetos que utilizamos na escola: Giz, Quadro, Caderno, Listas de Conteúdos, muda o paradoxo da relação Professor Aluno.
Essa pedagogia nos permite criar e inventar para nos tornarmos autores da nossa própria prática. Essa maneira de pensar é chamada pelo Paulo Freire, de Empoderamento dos oprimidos.
E o empoderamento cria a cultura de libertação que desenvolve a possibilidade de desconstrução dos conceitos para construção de novos conceitos.
Esse semestre tivemos a oportunidade de ter uma aula na Interdisciplina de Filosofia, sobre a Pedagogia do Paulo Freire.
É uma pedagogia que ultrapassa alguns conceitos e objetos que utilizamos na escola: Giz, Quadro, Caderno, Listas de Conteúdos, muda o paradoxo da relação Professor Aluno.
Essa pedagogia nos permite criar e inventar para nos tornarmos autores da nossa própria prática. Essa maneira de pensar é chamada pelo Paulo Freire, de Empoderamento dos oprimidos.
E o empoderamento cria a cultura de libertação que desenvolve a possibilidade de desconstrução dos conceitos para construção de novos conceitos.
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