Ao ler o texto publicado pela Ministério da Educação - Cor ou Raça nas estatísticas educacionais: Uma análise dos instrumentos de pesquisa do INEP, é possível verificar a importância do Censo Escolar.
Desde de 2006 é feito de maneira unificada pelo Educacenso.
E as escolas de Educação Básica foram orientadas a incluir algumas informações nas fichas de matriculas para colaborar neste tarefa de conhecer os alunos do Brasil.
Na rede municipal de Porto Alegre, existe um Portal (RME - Rede Municipal de Ensino), nele é preenchido todos dados dos alunos., incluindo faltas.
E esse portal ajuda na apresentação dos dados para o Educacenso.
Mas muitos lugares ainda não conseguiram organizar-se para incluir informações, por exemplo, raça. E isso está afetando os dados, pois temos um alto índice de não declarados. Como a escola não tem essa informação eles afirmam que o aluno não declarou essa informação.
O MEC lançou uma campanha para que os municípios e estados se empenhem e incluir corretamente esta informação.
Isso ajudará a retratar os alunos da educação básica do Brasil.
sábado, 9 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Aplicando o Método Clinico de Piaget
Esse semestre estudamos sobre o Método Clínico Piagetiano.
Em duplas fomos convidadas a escolher uma criança para aplicar alguma prova do Método Clínico. A Adriana Guerra e eu aplicamos com a minha filha.
Fizemos pelo menos 3 tentativas. A primeira a prova dos pesos e tamanhos utilizando massinha de modelar.
A nossa abordagem foi um tanto insegura, dificultando a compreensão da prova.
A segunda prova foi a da quantificação e conservação. Utilizamos palitos de picolé de cores diferentes e uma quantidade grande (24 unidades- 12 de cada cor). Também as nossas intervenções atrapalharam as respostas, algumas vezes os nossos questionamentos induziam ao erro.
Depois da aula presencial decidimos aplicar novamente utilizando tampinhas de mesma cor. Iniciamos com 3 tampinhas para cada uma (Eu e Ela). Ela conseguiu contar, ao distanciar uma da outra ela está convencida de que a quantidade de tampinhas aumenta, mesmo questionando se acrescentamos tampinhas e ela respondendo não, continua a sua afirmação.
Eu fiquei me questionando o que eu preciso agora fazer? Quais as intervenções necessárias para que ela consiga avançar esta etapa da aprendizagem.
Em duplas fomos convidadas a escolher uma criança para aplicar alguma prova do Método Clínico. A Adriana Guerra e eu aplicamos com a minha filha.
Fizemos pelo menos 3 tentativas. A primeira a prova dos pesos e tamanhos utilizando massinha de modelar.
A nossa abordagem foi um tanto insegura, dificultando a compreensão da prova.
A segunda prova foi a da quantificação e conservação. Utilizamos palitos de picolé de cores diferentes e uma quantidade grande (24 unidades- 12 de cada cor). Também as nossas intervenções atrapalharam as respostas, algumas vezes os nossos questionamentos induziam ao erro.
Depois da aula presencial decidimos aplicar novamente utilizando tampinhas de mesma cor. Iniciamos com 3 tampinhas para cada uma (Eu e Ela). Ela conseguiu contar, ao distanciar uma da outra ela está convencida de que a quantidade de tampinhas aumenta, mesmo questionando se acrescentamos tampinhas e ela respondendo não, continua a sua afirmação.
Eu fiquei me questionando o que eu preciso agora fazer? Quais as intervenções necessárias para que ela consiga avançar esta etapa da aprendizagem.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Método Clínico Piagetiano
Esse semestre na Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II está abordando questões relevantes sobre a o Método Clínico Piagetiano.
Na aula presencial, tive a oportunidade de apresentar, como exemplo, para as colegas o vídeo que eu e a colega Adriana fizemos com a minha filha aplicando o Método Clinico.
Aplicamos a prova da quantificação, utilizando palitos.
Tivemos falhas em abordar com ela as questões da quantificação. Ela ainda não tem convicção sobre suas respostas. Então a sugestão da professora é refazer a atividade utilizando material da mesma cor e menor quantidade.
Pretendemos refazer a prova utilizando tampinhas, iniciando com quantidades menores. Essa atividade irá contribuir para que futuramente possamos analisar e consequentemente elaborar estratégias de aprendizagens com os nossos alunos.
Na aula presencial, tive a oportunidade de apresentar, como exemplo, para as colegas o vídeo que eu e a colega Adriana fizemos com a minha filha aplicando o Método Clinico.
Aplicamos a prova da quantificação, utilizando palitos.
Tivemos falhas em abordar com ela as questões da quantificação. Ela ainda não tem convicção sobre suas respostas. Então a sugestão da professora é refazer a atividade utilizando material da mesma cor e menor quantidade.
Pretendemos refazer a prova utilizando tampinhas, iniciando com quantidades menores. Essa atividade irá contribuir para que futuramente possamos analisar e consequentemente elaborar estratégias de aprendizagens com os nossos alunos.
domingo, 3 de dezembro de 2017
POSSÍVEIS DIAGNÓSTICOS
Na segunda aula presencial a Professora Gabriela, fez um breve relato de algumas possíveis situações que receberemos na escola.
Com uma hora e meia de aula é impossível aprofundar sobre qualquer dificuldade, mas foi a oportunidade para sermos instigados a conhecer parte das situações que poderemos enfrentar.
E não poderia ser diferente, o que mais instigante foi sobre os aspectro autista, com o vídeo: Vamos Brincar de Geovane.
Fez a reflexão o que muitas vezes o aluno autista não se comunica, mas ele se comunica sim e de diversas formas é nós que ainda não compreendemos.
É importante o professor encontrar esses caminhos para compreender e conseguir planejar ações para com este aluno.
PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Durante o curso o que eu mais sinto falta são dos encontros com os professores, as discussões, apesar de termos uma aula presencial por semana considerado cinco vezes menos que um curso regular.
E nesse semestre as aulas da Interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especias foram importantes e com muita aprendizagem, a vontade é de ter aula semanal desta disciplina.
Aqui pretendo fazer um breve resumo da primeira aula, e na próxima postagem falarei da segunda aula.
O enfoque da aula foi as nossa dificuldades em desenvolver o trabalho com os alunos com Necessidades Educacionais Especiais.
Muitas vezes procuramos defeitos e não qualidades, com certeza isso dificulta o processo de aproximação com esse aluno. Para qualquer processo de Ensino-Aprendizagem é necessário a afetividade e em alguns casos, não nos permitimos desenvolver a relação de afeto com esses alunos, surgindo uma culpabilização do mesmo.
Podemos nos questionar o porque deste nosso comportamento e a explicação é cultural pois fomos educados para cultuar o perfeito, ainda temos dificuldade de lidar com o diferente. E consequentemente utilizamos os Mecanismos de Defesa, e um deles utilizados pelos professores é não estou preparado, não tenho condições.
Temos duas maneiras de lidar com essa situação, continuamos afirmando isso e sacrificando cada aluno nosso ou viver, correr atrás das informações e inventar a nossa sala de aula tornando um espaço democrático de convivência e de aprendizagem.
sábado, 2 de dezembro de 2017
Filosofia e o Paulo Freire
Em tempos que ouvimos pessoas que conhecem pouco ou quase nada de Educação contestar a obra do Paulo Freire precisamos ler e estudar para com conhecimento contrapor esses ataques. Além, de com certeza, fazer a diferença na nossa prática cotidiana.
Esse semestre tivemos a oportunidade de ter uma aula na Interdisciplina de Filosofia, sobre a Pedagogia do Paulo Freire.
É uma pedagogia que ultrapassa alguns conceitos e objetos que utilizamos na escola: Giz, Quadro, Caderno, Listas de Conteúdos, muda o paradoxo da relação Professor Aluno.
Essa pedagogia nos permite criar e inventar para nos tornarmos autores da nossa própria prática. Essa maneira de pensar é chamada pelo Paulo Freire, de Empoderamento dos oprimidos.
E o empoderamento cria a cultura de libertação que desenvolve a possibilidade de desconstrução dos conceitos para construção de novos conceitos.
Esse semestre tivemos a oportunidade de ter uma aula na Interdisciplina de Filosofia, sobre a Pedagogia do Paulo Freire.
É uma pedagogia que ultrapassa alguns conceitos e objetos que utilizamos na escola: Giz, Quadro, Caderno, Listas de Conteúdos, muda o paradoxo da relação Professor Aluno.
Essa pedagogia nos permite criar e inventar para nos tornarmos autores da nossa própria prática. Essa maneira de pensar é chamada pelo Paulo Freire, de Empoderamento dos oprimidos.
E o empoderamento cria a cultura de libertação que desenvolve a possibilidade de desconstrução dos conceitos para construção de novos conceitos.
domingo, 26 de novembro de 2017
A inclusão na escola: desafios e possibilidades de superação
A escola desde do advento da
inclusão tem a obrigação de ser o espaço que priorize o desenvolvimento
integral de todos os alunos.
Mas ainda em 2017 temos
muitas barreiras a serem derrubadas, muitos crocodilos internos a serem
desmitificados para que possamos avançar e proporcionar uma educação de
qualidade a todos.
Nós quanto educadores
propagamos mitos sobre o processo de inclusão, basta ouvir as conversas em sala
de professores que já percebemos o tamanho do caminho que ainda precisamos
trilhar.
O principal mito que ajudamos
a propagar é que a escola não tem condições de receber alunos especiais. Que
estes discentes não conseguem aprender, por isso pode passar os dias indo para
escola sem receber qualquer proposta de atividade pedagógica.
Consequentemente alimentamos
em todos os alunos que essa criança pode ficar somente pitando, ficará na sala
do serviço de orientação escolar (SOE) e não precisamos investir em explicar e
ensinar as coisas para ele.
Algumas vezes o mecanismo
utilizado para amenizar o incômodo que a presença do aluno com deficiência nos
causa é o isolamento dele, identificação de que este aluno não tem condições de
permanecer na escola o turno inteiro. Com isso muitos alunos ficam somente até
o recreio, outros vão na escola 3 dias na semana e em casos mais graves vão por
2 horas uma vez por semana.
A minha premissa de como
tratar estas pessoas é de pensar como eu gostaria de ser tratada, de pensar se
fosse o meu filho o que esperaria da escola, ou seja, exercitar a empatia em
primeiro lugar. Após aceitar esse aluno, o segundo passo é buscar leituras e
ajuda para elaborar um plano de trabalho a ser desenvolvido com este aluno.
A inclusão de pessoas com
deficiência na escola regular é desafio que devemos superar juntos:
professores, famílias, equipe técnica, profissionais que atendem o aluno e
secretaria de educação e jamais
isoladamente somente pelo professor.
domingo, 19 de novembro de 2017
OS ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
O desenvolvimento das
operações lógicas-matemáticas não seguem um padrão como ocorre com o
desenvolvimento da linguagem, por exemplo.
A equilibração é a etapa
importante para o domínio das operações lógicas-matemáticas, pois a matemática
para compreendermos a adição, subtração é necessário ter noção de números e
quantidades.
A compreensão da
generalização é um fator importante para o desenvolvimento das operações
intelectuais, um bom exemplo é a noção de sucessor dos números, além da infinidade
deles.
Os estágios de
desenvolvimento, segundo Piaget, será considerado a ordem das sucessões das
aquisições necessárias e não a idade cronológica. As estruturas adquiridas em
uma etapa, se tornarão parte na etapa seguinte. Os estágios são caracterizados
pelas estruturas que eles desenvolvem.
Período Sensório-Motor
Período da aquisição da
linguagem, inicia-se no nascimento e vai até aproximadamente aos 2 anos de
idade. É nesse período que desenvolvem os movimentos.
Período da preparação das operações
concretas
Inicia-se por volta dos 2
anos e vai até 11 ou 12 anos. É subdividido em dois subperíodos: Representações
pré-operatórias e o das Operações concretas.
Período das Operações
formais
É nesse período que se firmam
muitos conceitos matemáticos.
domingo, 29 de outubro de 2017
Concluindo o Eixo V
Estou concluindo os estudos das interdisciplinas do Eixo V.
Foi um semestre mais longo que o normal, iniciei em Março e estou conseguindo concluir somente agora em outubro.
Agradeço aos professores pela compreensão e pela oportunidade de recuperar o semestre.
As interdisciplinas sobre o Ensino Fundamental e Organização da Educação consegui estabelecer conexões com o dia a dia da escola. Ao assistir a palestra sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, percebi que aprendi a pensar educação somente no modelo proposto por ela, por isso a minha dificuldade em alguns momentos compreender os colegas.
A interdisciplina de Projetos, pude elaborar e executar um projeto de aprendizagem, foi um trabalho bem gostoso de fazer envolveu muito afeto e aprendizagem junto.
Em Psicologia estudamos sobre a dificuldade em aceitar mudanças, foi um trabalho que exigiu pesquisa e descobertas sobre o assunto.
Além das análises da nossa produção no Blog, foi um exercício de reflexão sobre o que e como estamos produzindo o nosso conhecimento.
Refletindo sobre o BLOG

Precisamos analisar o que escrevemos nos quatro primeiros semestres do curso.
É perceptível a nossa evolução, além de melhorias na escrita. Mas eu ainda não me sinto um pessoa com a facilidade para escrever.
Percebemo que os meus textos são mais simples, não sei utilizar uma linguagem clara, além de que na maioria das vezes em um ou dois parágrafos escrevi a ideia central.
A maior dificuldade é dissertar sobre o assunto.
Gostaria de aprender, na verdade eu preciso aprender...
domingo, 22 de outubro de 2017
Avaliação na Educação Infantil

Fiz alguns apontamentos ao assistir o Vídeo sobre a Avaliação na Educação Infantil.
A Avaliação é um ato permanente nas nossas vidas. É através dela que podemos refletir o que fazemos e o por quê?
Avaliar é cuidar o que o aluno aprende, é analisar e acompanhar a construção do conhecimento do aluno.
Antes de iniciarmos o planejamento já é necessário avaliar, pois é necessário prestar atenção no aluno.
A avaliação deve servir para o professor analisar a própria prática, além de auxiliar na análise da individualidade de cada criança.
Avaliar é dar continuidade na ação, enriquecer a proposta pedagógica.
Meta 4: Projeto Família o que é isso?
Elaborei uma tabela sistematizar as atividades realizadas para a realização do projeto.
Interdisciplina
Projeto em Ação – Etapa IV
PLANO
DE AÇÃO
|
METAS
|
OBJETIVOS
|
PERÍODO DE REALIZAÇÃO
|
BREVE DESCRIÇÃO
|
ATIVIDADES REALIZADAS
|
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META 1 – QUESTÕES DE PESQUISA
|
Levantar os temas de interesse
e as questões de pesquisa dos/as alunos/as, a fim de desenvolver um Projeto
de Aprendizagem nas turmas (ou em espaços não escolares).
|
15/05
à 20/05
|
Como não tenho turma, fiz com a minha
filha. Como a questão que surge constantemente é a nossa constituição familiar.
|
Para decidir o tema da pesquisa foi através
da observação e dos questionamentos diários que surgiam em casa.
|
|
META 2 – Dúvidas e Certezas
|
Elaborar um
Inventário de Conhecimentos, contendo dúvidas a serem esclarecidas e certezas
a serem validadas, mediante atividades de pesquisa e aprofundamento.
|
23/05
à 25/05
|
Em conversas do dia a dia fiz o diagnóstico
das dúvidas e certezas.
|
Nestes momentos de conversas fiz diversos
questionamentos. O relato mais detalho deste momento é possível encontrar no BLOG
|
|
META 3 – Mapa Conceitual
|
Construir, com
os/as alunos/as um Mapa Conceitual sobre um dos temas trabalhados no PA,
ensinando-as a sintetizar e relacionar aprendizagens
|
26/05
|
Sistematizamos
a história de adoção da Mikely em um Mapa conceitual.
|
Iniciei conversando com a Mikely sobre a história dela e fomos
elaborando pequenos recortes de papel cada um representando uma fase. E aí
então começamos a conectá-los de acordo com os fatos, no final relembrei dos
amigos que ela já fez, neste momento relembrei da família do Peterson (ele é
pai por adoção do Lucas) e da família da tia Ane e o Arthur (são exemplos de
famílias monoparental, não utilizei com ela esse termo). BLOG
|
|
META 4 – Plano de Ação
|
Elaborar o
Plano de Ação retomando todas as etapas/metas já desenvolvidas e as
atividades por desenvolver, a fim de integralizar o planejamento e a execução
do PA em um único documento.
|
Durante o mês de junho.
|
Elaborei uma sequência de atividades
possíveis para elaborar novos conceitos
|
Semana 1 Ler a história e
conversar sobre as diferentes composições familiares. Elaborar um gráfico
mostrando a quantidade de pessoas que moram nas casas de familiares próximos.
Semana 2: Com o álbum da história de adoção dela, conversar
sobre os fatos. E ir construindo alguns conceitos sobre família.
Semana 3: concluir o trabalho;
|
|
META 5 - Relatório
|
Desenvolver, com base no Plano de Ação, análises e reflexões
sobre cada etapa desenvolvida no PA, usando o Referencial Teórico indicado na
interdisciplina.
|
Última semana de outubro
|
Apresentar o resultado das aprendizagens.
|
|
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
A atuação do Conselho Escolar

Com a chegada da Lei de diretrizes e
bases da Educação Brasileira (LDB/1996) e também com a Constituição Federal de
1988, as escolas receberam a árdua missão de desenvolver na escola a gestão
democrática.
A constituição dos Conselhos
Escolares e dos Grêmios Estudantis é a maneira de iniciar a estabelecer a
gestão democrática na escola. Pois segundo Galina, falar em gestão democrática
é falar em governar com a participação do povo e para o povo. No âmbito da
educação, essa modalidade de gestão é caracterizada pelo envolvimento da
comunidade.
Atuei em uma escola infantil
municipal, em Esteio, que a equipe diretiva fazia este exercício diariamente
para que as decisões fossem tomadas com toda a comunidade. Para administrar uma
escola assim, nos primeiros momentos não é simples, mas em um segundo momento a
equipe diretiva tem um grupo maior para auxiliar, fiscalizar e construir a
escola dos sonhos juntos.
Também atuei em duas escolas de
Ensino Fundamental que essa participação era camuflada, pois as decisões eram
somente comunicadas aos membros do Conselho Escolar. A própria eleição dos
membros, somente o grupo de professores se propõe a candidatar-se, pois os
demais segmentos a própria direção “convida”
para serem do Conselho Escolar.
Para essa construção de gestão
democrática, exige um amadurecimento pessoal e da maneira de pensar a educação
nos nossos dias, precisamos assumir a responsabilidade da participação de cada
um de nós nesse processo.
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Construção coletiva do PPP, isso é possível?
Concluí o curso do Magistério no ano de 2000. Em 2002 assumi meu primeiro concurso público no município de Esteio, na E. M. E. I. Vivendo a Infância, a escola era somente o prédio.
Iniciamos com a equipe pedagógica a escola, caminhamos pela comunidade divulgando o processo de inscrições para os alunos, nesta oportunidade começamos a perceber o público que iriamos atender.
Foi necessário constituir o Conselho Escolar, fazer o Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar.
Foram muitas reuniões, tínhamos uma comissão com todos os segmentos da comunidade escolar, que após as reuniões eram responsáveis por construir o texto com as ideias do grupo. Na reunião seguinte liamos o texto coletivamente, sugeríamos mudanças, esse vai e vem durava algumas reuniões.
O mesmo mecanismo foi utilizado para a construção do Regimento Escolar, neste eu participei da comissão. Nesta escola me constitui como professora atuante, aprendi a importância deste momento, mas só entendi a importância deste momento quando entrei em uma escola que o processo não era desta forma.
Podemos perceber que quando a escola segue o padrão de construção coletiva destes documentos eles realmente pertencem a escola, os educadores o utilizam e conseguem cumprir o que está idealizado naquele "sonho". Agora as escolas que até para pouparem os seus educadores trazem este documento pronto, normalmente é mais um texto na escola sem significado e sentido, fica somente no sonho.
Iniciamos com a equipe pedagógica a escola, caminhamos pela comunidade divulgando o processo de inscrições para os alunos, nesta oportunidade começamos a perceber o público que iriamos atender.
Foi necessário constituir o Conselho Escolar, fazer o Projeto Político Pedagógico e o Regimento Escolar.
Foram muitas reuniões, tínhamos uma comissão com todos os segmentos da comunidade escolar, que após as reuniões eram responsáveis por construir o texto com as ideias do grupo. Na reunião seguinte liamos o texto coletivamente, sugeríamos mudanças, esse vai e vem durava algumas reuniões.
O mesmo mecanismo foi utilizado para a construção do Regimento Escolar, neste eu participei da comissão. Nesta escola me constitui como professora atuante, aprendi a importância deste momento, mas só entendi a importância deste momento quando entrei em uma escola que o processo não era desta forma.
Podemos perceber que quando a escola segue o padrão de construção coletiva destes documentos eles realmente pertencem a escola, os educadores o utilizam e conseguem cumprir o que está idealizado naquele "sonho". Agora as escolas que até para pouparem os seus educadores trazem este documento pronto, normalmente é mais um texto na escola sem significado e sentido, fica somente no sonho.
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Minha construção Profissional

Ao assistir o vídeo da Aula Inaugural de 2017 da UFRGS (no próximo post irei apresentar uma breve resenha sobre esta aula).
A aula foi ministrada pelo professora Jamil Cury, falando sobre os 20 anos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, a lei foi promulgada em dezembro de 1996.
Iniciei o curso de magistério no ano de 1997, então tudo o que li, as conversas, os planos, as escolas, já pensavam nesta perspectiva.
Depois de 17 anos de profissão consigo compreender porque em alguns momentos não compreendia, chegava a incomodar os discursos e ações dos colegas, com isso percebi o quanto a formação exerce forte influência na nossa prática.
A inquietação de hoje é como realmente era ser professor antes de 1996, onde recebíamos os documentos prontos na escola. Esse tempo vai voltar? Espero que jamais.
Estamos vivendo um época de transformação, mas como a lagarta não saberemos o que irá se ocorrer. O tempo urge e precisamos ser forte a cada dia.
sábado, 23 de setembro de 2017
Escrita autoral
Na aula presencial do dia 13/09/2017, tivemos a primeira oficina sobre Escrita.
O objetivo era desacomodar e oferecer subsídios para iniciarmos a escrita autoral.
A professora Ivana fez exercícios de explosão de ideias, para então mostrar um dos caminhos para a produção textual.
- Utilizar ideias que vem a mente
(podemos iniciar escrevendo palavras/termos sobre o tema que iremos escrever).
- Teorizar
(buscar referências sobre o tema).
- Conectar as ideias
(produzir o texto).
Irei seguir estas sugestões para produções dos textos do Blog.
Aprendizagem Humana
Neste semestre estamos estudando sobre as possibilidades de aprendizagens.
Para iniciar as reflexões lemos o texto - Aprendizagem Humana: Processo de construção - dos professores Fernando Becker e Tânia Marques.
Como sou professora de Matemática, um dos assuntos relevantes sobre a aprendizagem é a necessidade do afeto. O quanto isso interfere nas nossas aulas, é muito difícil ensinar sem ao menos saber o nome dos alunos, ou conhecer um pouco de cada um deles. Eu sempre preciso saber quais gostam de matemática, quais já reprovaram, além das principais dificuldades de cada um.
O professor Becker diz que muitas vezes na escola atuamos contra o desenvolvimento dos alunos, esquecendo o essencial para o sucesso dos nossos alunos.
"O mínimo que o educador precisa fazer é estar atento aos conceitos espontâneos trazidos pelo aluno, ouvindo sua fala e interpretando seus erros. A fecundidade dos desafios do professor depende, para começar, dessa sua capacidade."
Índios Brasileiros
Fomos convidados a assistir um pequeno vídeo sobre os índios Brasileiros, que apresenta alguns equívocos que a escola e a mídia cometem quando tratam deste assunto.
1º Equívoco: Índio é tudo igual
Não é verdade porque os Índios possuem uma diversidade cultural, além de somente no Brasil termos mais de 170 dialetos diferentes utilizados por eles.
2º Equívoco: Índio é atrasado e primitivo
Eles construíram uma organização de sociedade/comunidade baseada nas relações humanas. O que hoje lutamos para ter nos nossos dias.
Elaboraram uma maneira de transmitir conhecimento e aprendizagens através das experiências, hoje chamamos de ETNO SABERES.
3º Equívoco: Índio parou no tempo
Isso indica que ainda esperamos que eles andem nu. Ao cruzarmos por qualquer índio hoje eles já usam roupas como nós, estudam, muitos já estão no nível superior. Mas eles mantem os seus rituais na comunidade como forma de preservar a cultura.
4º Equívoco: Índio é passado
Assim como no equívoco 3 eles valorizam muito o estudo, o saber. Mas eles escolheram um processo civilizatório diferente do nosso.
Atualmente podemos mudar essa realidade, através de questionamentos, de estudos das relações humanas e um olhar especial para a Diversidade dentro da escola é primordial.
O Ato de Estudar

s
O primeiro texto da interdisciplina Filosofia da Educação é o Ato de Estudar, uma reflexão a partir do texto de Paulo Freire.
Além de outras reflexões importantes, o texto apresenta um norte de como ler e consequentemente como produzir um texto reflexivo.
A leitura deste texto contribuiu para refletir sobre as postagens semanais do Blog, que é um espaço dedicado a apresentar minhas aprendizagens.
Nós estudantes devemos assumir a postura de "sujeito do ato de estudar".
O ato de estudar:
- uma atitude frente ao mundo;
- apropriar-se da bibliografia em questão;
- Ter uma atitude de humilde frente ao saber;
- Compreender e criticar;
- Relação dialógica;
- Refletir e criar o seu próprio significado de estudar.
O texto ainda amplia o conceito de leitura crítica, enfatizando o quanto isso contribui para a construção do saber.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Iniciando a Etapa VI
A etapa VI do Pead é composta por cinco interdisciplinas, que conversam entre si.
- Educação de Pessoas com Necessidades Especiais
Essa interdisciplina tem o objetivo de estudar a legislação, a perspectiva histórica da Inclusão no Brasil, além de apresentar subsídios teóricos sobre a prática nas nossas escolas.
- Filosofia da Educação
Estudaremos o que é pensamento crítico, além dos principais conceitos e pensadores em Filosofia da Educação.
- Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II
Nesta interdisciplina estamos discutindo os processos de aprendizagens e fazendo reflexões importantes sobre a nossa prática na escola.
- Questões étnico-raciais na educação: Sociologia e História
É a oportunidade conhecer e refletir sobre a história e as ações dos grupos étnicos raciais no Brasil e no nosso Estado.
- Seminário Integrador VI
É responsável pelas reflexões que conectam todos as demais interdisciplinas.
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
ESCOLA DEMOCRÁTICA
Características da Escola Democrática
Ser humano ⇾ Político
⇓
Convivência entre sujeitos
⇙ ⇘ ⇗
Autoritária Democrático
A educação só se faz se for democrática.
O ponto em questão que a Escola democrática é feita por uma AÇÃO DIALÓGICA.
A ação dialógica é uma ação arriscada, é um dos desafios da Educação.
Temos que a criança só aprende se ela quiser, então a Ação Dialógica dos educadores é propiciar que o educando queira aprender.
A escola tem a função de levar conhecimento e cultura, além de propiciar condições que o aluno aprenda.
A Escola Democrática não se faz somente na relação professor X direção, essa relação é somente uma das vias dos processos. Mas a relação que é primordial é a professor X aluno e deve ser uma relação com respeito a subjetividade do aluno e vice-versa.
Podemos dizer que o trunfo da Escola Democrática é a participação de todos os envolvidos no processo de Ensino e Aprendizagem, assim é possível a contribuição e conhecimento dos objetivos da Escola.
sábado, 16 de setembro de 2017
No semestre passado não consegui concluir as atividades, pois tive problemas de saúde da família. Mas no início do mês de agosto solicitei a coordenação do PEAD uma nova oportunidade para retomar os estudos.
O desafio está lançado...
Tenho até o dia 29 de outubro para concluir as atividades do eixo V. A interdisciplina de Psicologia da vida Adulta concluí todas as atividades no tempo certo.
Elaborei um cronograma para entrega das atividades, preciso cumprir até o dia 22 de outubro, pois na última semana de outubro tenho diversas consultas com a minha filha e também será o período do Festival da Matemática, então resolvi concluir as atividades uma semana antes do período estipulado pelo curso.
Lista de Atividades que preciso concluir:
SEMINÁRIO INTEGRADOR:
- Análise das minhas postagens (Fase 2)
- Comparar as análises;
- Postagem da Reflexão final;
Gestão da Educação:
- Atividade 3 até 8
Gestão do Ensino Fundamental
- Atividade 1, 4 até 8;
Projeto Pedagógico
- Meta 4
- Postagens no Blog
- Relatório final
Blog
-11 Postagens;
Preciso ter muito foco e determinação neste semestre.
domingo, 2 de julho de 2017
Novos Rumos: mudando o caminho do Projeto
Inicialmente iria fazer um Projeto de Aprendizagem com a turma de alunos que estão se preparando para a OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), mas devido ao cronograma a ser cumprido não será possível.
Então conversando com a tutora ela instigou a pensar algo que fosse possível fazer com a minha filha.
A minha filha tem 5 anos e 10 meses, está morando conosco a um ano. A principal questão que vem surgindo é sobre a nossa formação familiar.
A nossa família é composta pelo meu esposo o José Otávio, eu, a Mikely nossa filha e o Rodrigo que é filho do meu esposo, ele tem 11 anos, autista e vem passar os findes semanas na nossa casa pois mora com a mãe dele.
O nome do projeto será Família o que é isso?
A Mikely até maio de 2016 não tinha referência alguma de mãe e pai, as pessoas que desempenhavam a função de cuidados eram chamadas de tio e tia.
Os vínculos se fortalecem a cada dia, os questionamentos surgem aos poucos.
O principal objetivo do projeto é responder alguns questionamentos sobre a nossa composição familiar, de maneira clara e objetiva.
Políticas Públicas
Partindo da leitura do texto: POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE
REDEFINIÇÃO DO PAPEL DO ESTADO, da professora Peroni, apresento algumas considerações:
Políticas públicas
3 períodos políticos do país
-1º
Período: Controle da política (inicia na
ditadura do Getúlio Vargas e vai até o populismo nacionalista).
- 2º
Período: Política do controle (da ditadura militar até 1988).
- 3º
Período: Política social sem direitos sociais (de 1988 até os dias de hoje).
Com a
constituição de 1988, iniciou-se a política social, mas muitos destes direitos
sociais não estão colocados na prática.
Passamos por um período de transição e a crise está sendo
olhada sob um novo prisma onde concluem que a crise é no estado e não no
Capitalismo.
Estratégias para reforma do Estado Brasileiro:
Privatizações, publicilização e terceirização.
Sistema público X avaliações externas.
Avaliação Instuticional
O Estado é o avaliador, a intenção da avaliação é mediar a qualidade,
deveriam ser diagnósticas, consequentemente deveriam servir de base para formar
as políticas públicas de educação, mas com esta nova tendência culpam a escola
e os professores.
quarta-feira, 31 de maio de 2017
PROFESSOR REFLEXIVO
Iniciamos o semestre com a leitura do Texto da ALARCÃO, sobre o professor reflexivo.
É uma importante análise sobre a nossa prática cotidiana. No texto o autor apresenta alguns aspectos sobre os benefícios da reflexão.
Um requisito importante para a reflexão é a autonomia do professor, pois se o sistema da escola tem cronogramas muito rígidos (datas de provas, listas de conteúdos a ser cumpridos, temas a serem trabalhados) o professor pode até fazer a reflexão, mas provavelmente conseguirá muito pouco implementar na prática as mudanças necessárias.
A Reflexão irá contribuir para qualificar o espaço da sala de aula. O momento que o professor começa o exercício da auto -reflexão, logo ele começará a permitir essa reflexão aos alunos em sala de aula.
sábado, 29 de abril de 2017
Pead Eixo V
Iniciamos mais um semestre. Esse é o quinto semestre, ao concluirmos esse semestre, a metade do curso estará concluído.
Será necessário FOCO e DETERMINAÇÃO para a conclusão deste semestre.
Já venho um tempo com dificuldades de motivação para continuar no curso, Passei as férias refletindo sobre o por quê não estou conseguindo me motivar para a realização das atividades e ir ao encontros presenciais.
Alguns dias atrás conversei com a Professora Rosane, na qual ela sugeriu a troca de turma, então voltei para a turma E. Voltei pois essa era a minha turma inicial e no quarto semestre teve uma divisão de turma, eu migrei para a turma B.
Agora é o momento de arregaçar as mangas e correr atrás dos meus sonhos.
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