domingo, 30 de junho de 2019

E o Futuro?

Ao findar o estágio, me questionei sobre o futuro.

Hoje ao findar as atividades do Eixo IX, também me questiono do futuro e analiso o passado.

Estou findando um curso. Minha segunda graduação.

Tenho projetos para o futuro, são projetos robustos, ainda na fase dos sonhos. Vou guarda-los em um cantinho do coração. E começar uma silenciosa construção de base para torná-los possíveis.

2014 foi tão longe, mas ao mesmo tempo tão perto. Passaram-se nove semestres e hoje estou a um passo para me tornar pedagoga. A tão temida BANCA do TCC.

RUMO A BANCA..

RUMO A FORMATURA

Postagem anterior: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2019/02/e-o-futuro.html

E a Matemática no Maternal


Iniciei o estágio com a intenção de investigar quais as possibilidades de ensino e aprendizagens de Matemática para crianças de 3 anos de idade. Organizei ações que envolvesse diversos conceitos matemáticos. Para o pequeno tempo que atuei com eles, os resultados foram surpreendentes, ao final do estágio, algumas crianças contavam até 10, inclusive fazendo a associação termo a termo.
Durante o estágio foram surgindo demandas, que me fizeram refletir, quanto a organização das turmas, a importância da rotina escolar e ser clara e objetiva para que os alunos compreendam e saibam o que irá acontecer durante as aulas. São meios de deixar a turma tranquila e com segurança e isso são fatores que colaboram para um ambiente saudável.
O fato de ser um estágio supervisionado, foi interessante pela questão de ter alguém para subsidiar as nossas ações, trocar ideias, além de instigar a reflexão além do senso comum.
Ao elaborar a pergunta para nortear esse trabalho também ousei em estudar a importância e como a matemática pode ser explorada na Educação Infantil.
A importância da Educação Infantil e do ensino da matemática foi abordada por Fonseca (2015), onde analisou o impacto nos anos escolares seguintes. As crianças que frequentaram a Educação Infantil apresentaram melhores rendimentos nas avaliações externas.
Então as ações pedagógicas nesta etapa escolar, precisam ser bem planejadas, adequadas a faixa etária, desafiadoras, porque irão servir como base para as aprendizagens seguintes.
Outro ponto de estudo neste trabalho foi como a matemática pode ser explorada na Educação Infantil. Senna (2010) e Arnold (2015) enfatizam a importância do ensino da matemática. O professor deve ter a consciência de que podemos abordar a matemática através de questões do cotidiano.
Utilizando situações do cotidiano escolar como a chamada, escolha do ajudante do dia, podemos aprofundar e proporcionar momentos de reflexões na sala de aula, possibilitando a criança estabelecer relações entre os objetos.
Para que a ação pedagógica não se torne rasa, como afirma Senna (2010), porque muitas vezes o professor não explora por completo a situação cotidiana, é necessário que o educador problematize as situações diariamente com as crianças, ir a cada aula escavando novas circunstâncias de aprendizagem, apresentando novos questionamentos e novos desafios.


Reflexão da postagem: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2018/12/alfabetizacao-matematica.html

Trabalho de conclusão

No trabalho de conclusão de curso investiguei como crianças de 3 anos constroem os conceitos matemáticos e quais as possíveis abordagens sobre o ensino da Matemática em uma turma de Maternal 1. Como referencial teórico apresento dos estudos de Constance Kamii e de Ana Maria Rangel, com os argumentos sobre o ensino da Matemática na Educação Infantil. Revisitei a BNCC, a LDB e estudos acadêmicos relevantes feitos nos últimos anos. Além de apresentar algumas ações sobre o ensino da Matemática na Educação Infantil que realizei, durante a prática pedagógica, elencando quais são os conceitos possíveis a serem construídos. Com isso concluí que professores de crianças pequenas devemos ter conhecimento matemáticos para explorar e proporcionar as atividades e brincadeiras de maneira a extrair todas as possibilidades de aprendizagens possibilitando a criança estabelecer relações com os objetos. 




Postagem anterior: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2019/02/o-que-vou-pesquisar-no-tcc.html

Projetos de aprendizagens

Realizamos durante o curso algumas vivências sobre os projetos de aprendizagens.

Hoje quando me mostram alguns projetos, não consegui ficar sem perceber se é um de aprendizagem.

Tem muitas diferenças...

E diversas vezes tentamos fazer um trabalho para impactar a comunidade e não os alunos. Isso é muito comum acontecer em escolas infantis.

É necessário impactar os alunos, provocá-los para uma aprendizagem efetiva. Estarem conectados em sala de aula com os assuntos que fazem sentido para as crianças.

Reflexão sobre a postagem: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/10/meta-4-projeto-familia-o-que-e-isso.html

Paulo Freire

Discutir Paulo Freire fora da escola é ouvir que ele que é o culpado pela educação não estar bem... Ele que fez o atraso educacional do país.

Mas porque países desenvolvidos traduziram as suas obrar e começaram e estudar e aplicar a sua metodologia em sala de aula?

E lá nestes países isso significou o desenvolvimento e up grade na educação? E aqui um atraso?

Estamos em época que disfocamos o importante para outros aspectos e acharmos outros culpados. Investir em educação é o diferencial.

Em um país que o piso salarial de professor é baixíssimo, não teremos como avançar... Mas investir é ir além do salário dos professores.

É qualificar o espaço da escola, com materiais de qualidade, com forte referência em gestão. Hoje uma escola receber trimestralmente em média R$ 30,00 (*) por aluno, não tem como comprar e administrar com qualidade esse espaço.

Melhorar os espaços escolares urgente!!!


(*) Dados aproximados dos valores da Prefeitura de Porto Alegre.

Postagem anterior: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/12/filosofia-e-o-paulo-freire.html

domingo, 23 de junho de 2019

Eixo 5!

No eixo 5 eu precisei recuperar, praticamente todo ele junto ao eixo 6. Foi um semestre pesado!

Pois lá no eixo 5 tive um problema de saúde com a minha filha e meu esposo. A coordenação e os professores do PEAD foram incríveis ao ouvir a demanda, permitir esse prazo estendido para recuperação.

E quando foi o momento do estágio, a coordenação novamente ouviu a demanda e juntamente com a congrad decidiram que eu poderia realizar o estágio em maior carga horária diária.

Levo comigo essa maneira de ouvir as demandas dos alunos. Ser humana, tratar cada situação com responsabilidade, mas permitir maior tempo para a reflexão dos alunos.

Como atualmente trabalho como professora de Matemática, esse quesito olhar os alunos para além do acerto e erro de questões são coisas necessárias.

Reflexão da postagem: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/10/concluindo-o-eixo-v.html

Aprendendo a escrever!

Quando entrei no curso tinha a intensão de aprender escrever...

A escrever textos sobre educação, como utilizar os autores para subsidiar a escrita e a reflexão.

Nos primeiros semestres os textos do blog eram escritos com choro. Sem muita conexão com o que estávamos estudando.

Agora na hora de escrever o TCC, consegui um ótimo retorno da orientadora, da pessoa que fez as correções no texto.

Consegui fazer uma reflexão teórica, estabelecer links com a prática pedagógica.

Encerro o curso com o objetivo atingido!

Reflexão baseada na postagem: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/10/refletindo-sobre-o-blog.html

Método Clinico

Ao ler essa postagem, em que realizei a testagem com a minha filha, percebi o quanto ela cresceu e se desenvolveu.

Isso foi só esperar o tempo dela?

Com certeza ela precisava de um tempo maior, mas só o tempo não é o suficiente. É necessário intervenção, investimento. Durante esse tempo realizamos muitas brincadeiras e atividades.

É uma importante reflexão para que quando um aluno não atinge os objetivos na escola, acostumamos dizer que ele precisa de mais um tempo, mas na verdade precisamos também investir em propostas pedagógicas que auxiliem a superar as dificuldades.

Reflexão baseada nesta postagem: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/12/aplicando-o-metodo-clinico-de-piaget.html

Raças - Dois anos e evoluímos?

Ao ler a reflexão feita em 2017 sobre como são tabulados os dados sobre a etnia dos alunos. Em 2016 o Educacenso começou a exigir a que as escolas esses dados.

Essa semana me deparei com uma situação bem delicada na escola. Com a questão de gênero, ele quer trocar o nome é um aluno com mais de 18 de anos, quer utilizar o nome social. Ainda não fez a troca nos documentos. Está ainda no processo...

E o primeiro impasse é como fazer os documentos oficiais?  E a escola estava querendo exigir um documento com o nome para começar a chamá-lo pelo nome.

Juntamente com um grupo de professores decidimos que podemos conversar com a turma.. E iniciarmos essa troca. A escola poderá ser palco desta discussão incluindo o respeito!

Reflexão baseado nesta publicação: https://blogmarciaerondina.blogspot.com/2017/12/cor-e-raca-na-educacao-basica.html